Curiosidades

Reforma Íntima

A umbanda exige reforma íntima do médium

Uma das frases mais tradicionais da nossa religião afirma: “Na Umbanda se entra pelo amor ou pela dor”.
Em que pese às diferentes interpretações que o texto possa induzir, o certo é que a Umbanda exige uma reforma íntima de todo o seu adepto. Seja um médium de trabalho ou apenas aquela pessoa que frequenta assiduamente um terreiro para um passe, a mudança é necessária.

Afinal, se no Astral as entidades de luz que nos escolheram para dar continuidade às suas missões, buscam a evolução, é natural que intercedam de forma favorável para que o seu aparelho, aqui na terra, também evolua. Do contrário, qual a razão para sermos escolhidos?

E, mesmo sem incorporar, você é agraciado com um passe, consulta, desobsessão ou qualquer outro trabalho magístico, uma razão evidente é a de que as entidades de luz também desejam seu crescimento espiritual.
Diante disso não adianta ficarmos apenas lamentando as chances perdidas, ou falta de sorte; ou pior ainda, justificarmos à ausência de nosso crescimento à falta de ajuda de nossas entidades. Ou dos mentores espirituais de determinado terreiro.

É necessário, o quanto antes, realizarmos uma auto-análise e buscarmos, com mais absoluta isenção, nossas falhas e defeitos, para tentarmos nos modificar. Não basta ficar aguardando o milagre cair dos céus, temos que modificar nosso comportamento, nossos pensamentos, nossas palavras, gestos e atitudes.
Somente com a reforma íntima poderemos evoluir espiritualmente e, conseqüentemente, de acordo com o nosso merecimento, evoluir materialmente também.

Portanto, deixemos de lado à vaidade, o orgulho, a inveja, o ódio, a intolerância, enfim, todos aqueles sentimentos inerentes ao ser humano, e passemos a valorizar o amor, a fraternidade, o respeito, a tolerância e a humildade.

Agindo dessa forma, certamente, estaremos na Umbanda pelo amor, e não pela dor.

REFORMA ÍNTIMA

Reformar é restituir ou restabelecer à organização primitiva. É o esforço que o ser humano faz para melhorar-se moralmente, voltar-se para a sua essência – o ser espiritual. Ou podemos falar em transformação, que é o ato ou efeito de transformar ou de ser transformado. É uma alteração, modificação ou uma mudança de uma forma em outra. Pode ser uma evolução ou mutação mais ou menos lenta de qualquer coisa. É a mudança no modo de ser de qualquer coisa. É a transformação de uma coisa sem prejuízo da essência. Assim, tanto a palavra transformação como reforma podem ser usadas quando nos referimos às mudanças comportamentais. É o processo de transformação contínuo, de autoanálise, da busca do conhecimento de nossa intimidade espiritual, libertando-nos de nossas imperfeições e permitindo-nos atingir o domínio de nós mesmos, de nossas paixões, de nossas emoções. Mudanças não bruscas nem radicais, mas sim conscientes, as quais visam retirar o Ser da materialidade comum, elevando-o aos mais altos planos, para que isso se reflita no aperfeiçoamento das instituições e da família.

Transformar :
Egoísmo………………………Generosidade
Orgulho……………………….Humildade
Ciúme………………………….Resignação
Agressividade………………Perdão
Maledicência………………..Caridade
Intolerância………………….Tolerância
Inveja…………………………..Sensatez

Reforma Íntima

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Curiosidades

Amarração na Umbanda

Vou começar esse texto falando do quanto me sinto incomodado e perplexo com a quantidade absurda de e-mail’s que recebo todos os dias com o assunto: “Amarração Amorosa”.

Aliás, fico mais perplexo ainda com a quantidade de anúncios de pessoas, se dizendo Umbandistas, que oferecem o tal trabalho de amarração.

Mas o que seria a tal amarração amorosa?

Quais os benefícios que ela pode trazer a quem pede uma?

A amarração funciona?

Vamos lá…

A amarração amorosa é algo que algumas pessoas dizem fazer para outras ficarem “apaixonadas”, ficarem “debaixo de seus pés”. É dito que se prende o espírito da pessoa desejada ao espírito da pessoa que deseja, para que assim possam ter um relacionamento amoroso eterno, feliz e cheio de cumplicidade.

Mas para quem busca uma amarração dessa forma, sinto muito dizer-lhes que isso não existe dentro da Umbanda. Só frisando que estamos falando de Umbanda, a Umbanda que é religião, a Umbanda que busca fazer a caridade, a Umbanda de Zambi, Oxalá, dos Orixás e Entidades de Luz.

A Umbanda prega e respeita o livre arbítrio das pessoas. Não cobra, não força, não induz ninguém a fazer ou caminhar por caminhos indesejáveis ou que vão contra a vontade de quem quer que seja.
Se a dita amarração é uma indução forçosa a alguém entregar sua alma e seu coração a outra, que por início não era de sua livre e espontânea vontade, então não faz parte da religião de Umbanda.

Sabendo-se que a Umbanda é uma Religião de Luz, de amor e caridade, inteiramente ligada a Deus, nosso Pai Maior, quer dizer que a amarração não faz ´parte dos preceitos de Deus, não fazendo parte dos preceitos de Deus, quer dizer que é o contrário do que chamamos de “fazer o bem”, portanto se é assim, a amarração amorosa, se caso existir alguma, é algo que estará fazendo o mal a pessoa na qual foi pedida para amarrar, se está fazendo o mal, como podemos chamar o sentimento da pessoa que pediu de “amor”?

Isso não é amor, não é carinho, não é paixão. É simplesmente um desejo de ter algo que não conquistou, um egoísmo sem limites, uma prepotência desumana e uma falta de amor próprio de grandes proporções.

Muitas vezes vemos uma pregação errônea de pessoas se dizendo serem ligadas a Umbanda, tentando induzir ou demonstrar que a amarração seja um sinônimo da religião. Essas pessoas colocam nomes de Entidades divinas de Luz em seus preceitos falsos e manipuladores para dar mais ênfase a suas mentirosas “magias de amarrações amorosas”.

É muito constante vermos os nomes de Entidades como Senhor Tranca Ruas ou a Pombo Gira Maria Padilha nessas colocações. Vemos falsas orações, vemos pedidos de trabalhos, entregas disso e daquilo, numa proporção grandiosa, sem limites, sem noção, sem nexo, e claro, sem a menor eficácia.

Friso que de forma nenhuma uma Entidade de Luz, seja ela um Preto Velho, um Caboclo, um Boiadeiro, um Erê, um Malandro, um Cigano, e muito menos um Exú e uma Pombo Gira iriam entregar a sua evolução, o
seu trabalho de caridade, o seu precioso tempo quebrando a regra da Umbanda, que é a de respeitar uma das coisas mais sagradas da Religião, que é o livre arbítrio das pessoas.

Portanto quando se é usado os nomes dessas Entidades nesses rituais sem cabimento e falsos, isso vem do ser humano, tanto vem do consulente, que está em desespero por ter  “perdido” uma pessoa que a sua prepotência insiste a dizer que é seu, ou vem de falsos espíritas e falsos Umbandistas que se utilizam desses artefatos e desses desesperos de ego dos consulentes para que assim os façam pagar grandes quantias em dinheiro, mesmo sabendo que de nada vai adiantar tal ação.

A palavra é “Amor Próprio”, vamos ser coerentes, se uma pessoa decidiu que ficar a seu lado como um companheiro não lhe traz felicidade, segurança, um caminho de luz, paz e amor, então porque tentar forçar?

Realmente é uma falta de amor próprio sem compreensão. Pois essas ditas amarrações nada vão adiantar no que podemos entender de relacionamentos, quanto mais se tenta fazer uma amarração, mais distante a pessoa em questão vai ficar de quem buscou esses artifícios.

Toda essa propaganda que infelizmente vemos em todos os cantos, com promessas de trazer seu amor em 7 ou 3 dias, de fazer seu amor voltar, de fazer sua paixão ficar a seus pés, entre todas as falácias que são ditas para enganar os consulentes, não existem dentro da Umbanda.

Exús e Pombo Giras não são adeptos a esses tipos de rituais. Os nomes dessas Entidades de Luz são usados sem o menor respeito para induzir aos consulentes com falta de amor próprio a entrar num caminho sem volta, com altos gastos em dinheiro e sem resultado algum, aliás apenas com resultados para os que prometeram fazer a tal amarração, o resultado de aumentarem seus ganhos econômicos com a inocência de consulentes de baixa alta estima.

É muito comum do consulente que vai pedir uma suposta amarração, ao ser induzido, enganado e cobrado por isso, voltar a pessoa que prometeu que a tal amarração funcionaria para dizer que fez tudo certo, que entregou tudo que foi pedido, que pagou a quantia que foi cobrada, dizendo que a tal amarração ainda não teria funcionado. E ai estaria a deixa do falso “mago das amarrações” a fazer com que o consulente acreditasse que ele seria impaciente demais e não estaria dando tempo para que a suposta “magia” funcionasse, ou que o caso seria mais grave que previsto e teria que reforçar a amarração. E assim os falsos “magos das amarrações” fazem novas listas de pedidos, novos trabalhos, novas entregas, usando desrespeitosamente nomes de novas Entidades de Luz, e claro, novas cobranças em dinheiro, para assim o seu dito amado volte ao convívio de um relacionamento falso e cheio de desamor, não respeitando o livre arbítrio de cada um de nós.

E tudo isso vira uma grande “bola de neve”. Seu amor não voltará, cada dia vai se distanciar mais, sua alta estima vai se afundando mais e mais, seu amor próprio vai para o fundo de um poço infinito, sua vida ficará cheia de espíritos sem luz, obsessores de todas as formas e graus, pois você, com essas falsas entregas, estará trazendo para junto de si essas cargas espirituais obscuras, alimentando Eguns, Kiumbas e Espíritos Zombeteiros.

A Umbanda Não Amarra Ninguém. E Quem Faz Isso Usando O Nome Da Umbanda Vai Pagar Da Mesma Forma Que A pessoa Que Pediu A Amarração.

Para finalizar gostaria de frisar só um detalhe que leio muito nos e-mail’s que recebo todos os dias com assunto “amarração”. Em muitos deles, sejam esses e-mail’s vindos de homens, mulheres ou qual for a opção sexual do consulente, vem frisado a seguinte questão:

“Meu ou minha parceiro(a) me abandonou, ou saiu de casa, porque o(a) amante dele(a) fez “macumba” ou “amarração” para que isso acontecesse.”

Não. Não foi por esse motivo que seu(sua) parceiro(a) abandonou esse relacionamento.

Busque dentro de sua consciência, deixe o ego de lado, reflita nessa colocação com o mínimo de coerência.

Ou o relacionamento já andava desgastado, ou o parceiro se encontrou em um novo tipo de relacionamento, ou a vida social, econômica ou a dois estavam com atribulações, e o casal não parou para expor os problemas, deixando assim a vida andar até o ponto que não tinha mais volta, ou simplesmente o amor acabou, ou a paixão cessou.

São vários motivos para que um relacionamento se finde, são muitos altos e baixos, são muitos caminhos, que muitas vezes não são só de flores.

E quando chega o limite, e infelizmente o relacionamento termina, mesmo que para uma das partes seja extremamente difícil entender, é muito mais simples dizer para as outras pessoas e para si mesmo que tudo aconteceu por “magia”, “amarração”, ou “macumba”. Não querendo demonstrar a real causa de um problema, que as vezes vem se arrastando por anos.

E acreditando que pode ser uma suposta amarração vinda de um(a) rival, vira presa fácil de falsos “amarradores de amor”, fazendo assim a tal “bola de neve” nascer e crescer.

Portanto, dentro da Umbanda, com seus Orixás, suas Entidades de Luz e nosso Pai Maior que é Zambi (Deus), não existe essa falta de amor próprio, não existe essa prepotência de ego, não existe amarração.

Umbanda Não Faz Amarração. Não Se Pode Tirar Um Dos Maiores Presentes Dados Por Deus. Livre Arbítrio!

“Fio, Se Amarração Fosse Coisa Boa, Não Teria Motivo Pro Amor Existir.
Quem Ama Respeita A Vontade Do Outro.” – Conselhos Da Vovó Cambinda.

Amarração na Umbanda não

Curiosidades

Gira de Exu não é “Casa da Mãe Joana”

Quando comecei a frequentar um Terreiro de Umbanda, não posso negar que encarava a Linha dos Exus e Pombagiras com alguma desconfiança e até receio. As imagens com chifres, capas negras e até nudez, os altares com bebidas alcóolicas e charutos e tudo aquilo que ouvimos por aí é muito marcante e causa-nos uma ideia inicial pouco positiva. Foi assim comigo e sei que é assim com muita gente.

Antes da minha primeira Gira de Exu eu estava bastante ansiosa, sem saber direito o que esperar. Será que as entidades incorporadas seriam assustadoras como as imagens? Será que fariam trabalhos de amarração e de magia negativa? Será que nessas Giras incentivam a vingança e outras posturas imorais? Eram essas e muitas perguntas que me passavam pela mente.

Passando pela primeira Gira de Exu e por outras Giras posteriormente, percebi que os mitos que as pessoas criam por aí são absurdamente falsos. Vamos a eles (os mitos):

1 – Exus não são “demônios”

Sendo entidades de Umbanda, obviamente os Exus e Pombagiras são entidades que trabalham apenas para o bem e não sustentam trabalhos de magia negativa. O trabalho dos Exus consiste em aplicar a Lei Divina, ajudando a trazer para as nossas vidas as consequências daquilo que praticamos, seja para o bem ou para o mal. Os Exus não se vingam, não “aprontam”, não colocam o mal no caminho de ninguém; ajudam-nos a colher aquilo que plantamos, tanto para aprendermos com as experiências negativas como para crescermos com as nossas virtudes.

2 – O uso da bebida e do fumo não é para diversão

Já ouvi muitas vezes que os Exus e Pombagiras, quando incorporados, pedem sempre bebidas e fumo para sentirem os prazeres da vida carnal, dos quais sentem saudades. Mas isto não é bem assim: apesar de terem vivido encarnações na Terra, como nós, e de estarem próximos da nossa faixa vibratória, os Exus são espíritos certamente mais evoluídos do que nós que estamos aqui, agora, e por isso são nossos Guias espirituais, sendo que já não estão presos a estes “prazeres carnais”. O uso da bebida e do fumo nas Giras e nas oferendas visa possibilitar que os Exus manipulem a energia mais densa contida nestas substâncias para realizar o seu trabalho de limpeza, neutralização ou corte de magias negativas nos consulentes.

3 – Gira de Exu não é “Casa da Mãe Joana”

As Giras de Esquerda podem sim ser mais descontraídas, pelo tipo de roupa que se usa, pela linguagem e risada dos Exus e Pombagiras e pelo uso, às vezes mais intenso, de bebidas alcóolicas. Por conta disso, vejo muitos umbandistas acharem que nestas Giras pode tudo, desde beber e fumar enquanto supostamente faz a sustentação energética dos trabalhos, até falar palavrão, dançar durante os Pontos como se estivessem numa discoteca e usar roupas exageradas ou vulgares. Estes comportamentos não são aceitáveis em outras Linhas de trabalho; por que, então, achar que o são nas Giras de Exu? O trabalho realizado nas Giras de Exu é tão sério como o que é realizado numa Gira de Caboclo, de Pretos Velhos ou qualquer outra Linha, e deve ser realizado com respeito, concentração e dedicação. Se não houver atenção a isto, há grande hipótese de as entidades presentes não serem verdadeiramente Exus e Pombagiras, mas sim espíritos zombeteiros que quererão, estes sim, aproveitar o fumo, o álcool e a energia de baixa vibração manifestada pelos médiuns e consulentes.

Cabe a nós, umbandistas, procurar informação correta e ajudar a derrubar estes mitos que criam sobre os Exus. Faça a sua parte!

Laroyê!

Texto de Juliana Silva.

Linha dos Exus

Fundamentos

Roupa Branca

As vestes na Umbanda são geralmente brancas, sempre muito limpas, já que este é um dos motivos pelo qual se troca de roupa para os trabalhos. Nunca se deve trabalhar com as roupas do corpo, ou já vir vestido de casa com as roupas brancas. O suor causa uma sensação de desconforto, o que traz uma má concentração e intranquilidade do médium (sem contar, é claro, com a desagradável situação de uma pessoa que vai tomar passes ou consultar-se, e ficar sentindo o cheiro do suor do médium, que está sempre próximo nos trabalhos).

O branco é de caráter refletor, já que é a somatória de todas as cores e funciona, aliado a outras coisas, como uma espécie de escudo contra certos choques menores de energias negativas que são dirigidas ao médium. Serve, também, para identificar os médiuns dentro de uma casa de trabalhos. Além disso, é uma cor relaxante, que induz o psiquismo à calma e à tranquilidade.

A Roupa Branca (Roupa de Santo) é a vestimenta para a qual devemos ter muito carinho e cuidado, idênticos ao que temos para com nossos Orixás e Guias. As roupas devem ser conservadas limpas, bem cuidadas, assim como as guias (fios de contas), não se admitindo que um médium, após seus trabalhos, deixe suas roupas e guias no Terreiro, esquecidas. Quando a roupa fica velha, estragada, jamais o médium deverá dar ou jogar fora. Ela deverá ser despachada, pois trata-se de um instrumento de trabalho do médium.

A Toalha Branca (Pano da Costa) – Trata-se de um pano branco em formato de toalha (retangular), podendo ser contornado ou não com renda, fino ou grosso, de tamanho aproximado de 0,30 x 1,20 m. Entre outras coisas, é utilizado para cobrir a cabeça dos médiuns quando esse se faz necessário.

Outras Roupas – Em alguns casos, os guias podem solicitar alguma peça de roupa para que usem durante os trabalhos. Podem ser:

Pretos Velhos: toalhas, batas, saia, calça, etc.

Exus: Roupas, lenços, chapéus, joias, capas, etc.

Caboclos: Cocares, faixas, penas, tiras de couro, etc.

Crianças: Bonés, roupas, laços, toalhas, etc.

Estas peças de roupa sempre devem ser previamente autorizadas pelo dirigente ou pelo guia chefe da casa.

A Importância do Cambono

Oferendas, Oxalá

Oferenda a Oxalá

    As oferendas a Pai Oxalá têm a função de centrar o indivíduo, equilibrando-o e preparando-o para reorganizar sua vida. No dia que for oferendar a Oxalá (se possível numa sexta feira). Tome seu banho pela manhã e em seguida um
banho de descarrego (ver banhos). Coloque uma roupa limpa e clara, procure manter uma alimentação leve, não tome cafés, refrigerantes a base de cola, chás ricos em cafeína, chocolates e todo tipo de alimento pesado ou excitante, e o
obviamente não consuma bebidas alcoólicas. Evite pensamentos e sentimentos agressivos. Tenha em mente que está fazendo uma espécie de “tratamento” nesse dia, ouça músicas suaves, queime um incenso, faça orações.
OFERENDA 1
ELEMENTOS:
200g de Canjica branca (mal cozida, escorrida e fria)
1 vela branca
1 garrafa 500 ml de água mineral
1 rosa branca
Entrega:
Faça um monte com a canjica ajeitando a rosa branca em seu topo. Regue com a água em volta e ascenda a vela.
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OFERENDA 2
ELEMENTOS:
1 côco (seco branco) cortado em fatias
1 xícara de arroz (mal cozido) regado com 3 colheres de sopa de mel
1 vela branca
1 garrafa de água mineral
1 rosa branca
Entrega:
Faça um monte com o arroz, colocando as fatias de côco de forma circular (raios de sol), colocar a rosa branca no centro e regue com a água em volta, depois ascenda a vela branca.
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OFERENDA 3
ELEMENTOS:
3 cacho de uvas (Itália – não dá para substituir pelas uvas de cores escuras)
4 pêras
1 garrafa de 500ml de água mineral (não pode ser da torneira)
mel o suficiente par regar as frutas
1 vela branca
Entrega: 
Coloque os cachos de uva no centro, com as pêras em volta. Regue-as com mel, jogue a água ao redor de forma circular e ascenda a vela branca.
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Os Locais de entrega á Oxalá podem ser praias, cachoeiras, campos abertos, jardins, todos os lugares
de natureza limpa e preservada (recolher no terceiro dia e jogar no lixo comum).
Oferendas, Oxum

Oferendas a Oxum

Para Mamãe Oxum pede-se: aconchego, harmonia, fertilidade, amor, prosperidade, bons relacionamentos, harmonia familiar.

OFERENDA 1
ELEMENTOS

3 cachos de uvas (claras tipo Itália) regados com mel
3 rosas amarelas (abertas e sem espinhos)
3 velas amarelas (número 0 ou 1)
mel, o suficiente para regas as frutas e as rosas
1 garrafa de água mineral
7 folhas de couve, arrumadas em círculo, com os cabos para fora, para servirem de suporte para a oferenda.

Entrega
Arrumar as frutas e as rosas no centro do círculo feito com as couves. Regar tudo com água mineral, depois com mel acender a vela (deixe-a firme dentro da terra, ou leve uma forminha de alumínio para suporte). Se possível, espere a vela queimar para evitar incêndios e aproveite para sentir o Axé da oferenda.

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OFERENDA 2
ELEMENTOS:

7 folhas de couve, para forrar o chão (arrumar em círculo, com os caabos para fora)
7 espigas de milho (in natura, não precisa cozinhar)
7 rosas amarelas (abertas e sem espinhos)
7 velas amarelas (número 0 ou 1) (leve 7 forminhas, para suporte, espere queimar e as recolha, podendo reaproveitá-las).
1 garrafa de água mineral

Entrega:
Arrumar as espigas e as rosas intercaladas, em forma de cículo, em cima das couves, regar com a água e acender as velas.

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OFERENDA 3
ELEMENTOS:

8 laranjas (de preferência, lima ou outra doce) abertas ao meio no comprimento
8 fatias de melão (com a casca)
8 velas amarelas (número 0 ou 1) (forminhas para suporte, esperar queimar e recolher).
8 moedas douradas (lavadas com sabão, podem ser de 10 centavos)
1 garrafa de água mineral para regar as frutas mel para regar as frutas (mais ou menos, 250ml).
7 folhas de couve, arrumadas em forma de círculo, com os cabos para fora)

Entrega:
Coloque as laranjas no centro do círculo de couve, circunde com as fatias de melão, regue com água e depois com mel, coloque as moedas, acenda as velas.Leve forminhas par suporte das velas, espere queimar e recolha.

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OFERENDA 4
ELEMENTOS:

250g canjica amarela (apenas escaldada em água fervente e escorrida)
1 rosa amarela (aberta e cortada o cabo, pois só a rosa em si irá enfeitar a oferenda, deixe um pouquinho de cabo para não despetalar). Mel para regar bem a canjica e a rosa.
1 vela amarela ou branca
1 a 3 folhas de couve, para servir de suporte

Entrega:
Arrume um monte com a canjica sobre as folhas de couve, enfeite com a rosa no centro e regue com um mel, derrame a água em volta e não em cima da canjica, acenda a vela (espere queimar, para evitar acidentes).

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OFERENDA 5
ELEMENTOS:

7 pêssegos bem bonitos
7 pedaços de canela em pau
7 margaridas brancas
água mineral (500ml)
7 velas amarelas
7 folhas de couve, para suporte
Mel para regar os pêssegos e a canela.

Entrega:
Arrume as folhas de couve em círculo, com os cabos para fora. Coloque os pêssegos no centro do círculo, ao redor dos pêssegos, coloque as margaridas, intercaladas com a canela em pau. Regue tudo com água e depois com mel, acenda as velas nas forminhas,fazendo o contorno da oferenda, espera queimar e recolha as forminhas e demais lixos recicláveis.

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OFERENDA 6
ELEMENTOS:

7 flores Gira-sol, cortados os cabos (deixe um pedacinho para não desmontar)
7 velas amarelas (número 0 ou 1)
1 garrafa de água mineral
Mel para regar
Folhas de couve para suporte

Entrega:
Arrume as folhas de couve´em círculo, com os cabos para fora, coloque as flores em círculo (sem os cabos, como se fossem ovos estrelados) regue com água e depois com mel, acenda as velas (em suportes tipo forminhas, espere queimar e depois recolha).

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OFERENDA 7
ELEMENTOS:

1 vaso de crisâtemos ou margaridas amarelas
3 velas amarelas (número 0 ou 1)
1 embalegem tipo copo de 200ml de água mineral

Entrega:
Apenas oferecer as flores no vaso (dependendo do local da entrega, se for possível, tire a planta do vaso e plante, caso não seja viável, ofereça com o vaso) regar com a água e acender as velas.

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Referência: Claudia Baibich

As Oferendas para Mamãe Oxum podem ser entregues á beira dos rios, cachoeiras, lagos, jardim de sua casa, sempre em local limpo, forrado com um pano branco e recolhida ao lixo comum no Terceiro Dia. Se oferecer em casa, tenha cuidado com as velas, pode-se ascender uma de cada vez ao longo dos três dias.

Oferendas, Ogum

Oferendas a Ogum

Ao poderoso Senhor da Guerra e dos Caminhos, pede-se: aberturas dos caminhos profissionais, novas oportunidades, trabalho, vitórias justas e merecidas, força para enfrentar as provações, proteção contra os inimigos, quebras de demandas, ajuda para mudanças de cidade, estado ou país, movimento.
 
OFERENDA 1
ELEMENTOS:
7 carás pequenos com a casca (apenas escaldados em água quente)
3 cebolas cortadas em fatias no sentido do comprimento
azeite de dendê para regar
1 cerveja clara pequena (sem gelar)
1 vela (metade branca, metade vermelha)
7 folhas de couve, arrumadas em círculo, com os cabos para fora.
Entrega:
Após arrumar as folhas de couve, colocar os carás, enfeitar com as cebolas e
regar com o dendê. Abrir a cerveja, derramar nas folhas de couve.
Acender a vela.
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OFERENDA 2
ELEMENTOS:
500g de feijão cavalo cru
1 cebola cortada em fatias no sentido do comprimento, para enfeitar o feijão
azeite de dendê para regar o feijão
1 coité (recipiente que é metade de uma casca de côco ou madeira)
1 cerveja clara pequena, colocada no coité
1 vela(metade vermelha, metade branca) 1 recipiente para vela (forminha metal)
7 folhas de couves arrumadas em forma de círculo, com os cabos para fora
Entrega:
Arrumar um monte de feijões no centro das folhas de couve, enfeitar com as cebolas e regar com o dendê. Colocar a cerveja no coité, acender a vela no recipiente, esperar queimar, recolher o lixo reciclável.
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OFERENDA 3
ELEMENTOS:
8 fatias de melancia (em espessura que não quebre)
1 cerveja clara pequena – 1 coité para colocar a cerveja
7 velas metade vermelha, metade branca (7 forminhas de empadinha)
8 cravos brancos
7 folhas de couve, arrumadas em forma de círculo, com os cabos para fora.
 
Entrega:
Colocar as fatias da fruta em cima do círculo de couve, colocar um cravo em cima de cada fatia de melancia, com os cabos para fora.

PROCEDER COMO NO ANTERIOR

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OFERENDA 4 – Para pedir Prosperidade
ELEMENTOS:
250g feijão fradinho cru
250g feijão cavalo cru
8 azeitonas verdes
8 ovos cozidos, descascados e inteiros
azeite de dendê para regar
8 moedas douradas lavadas com sabão (podem ser de 10 centavos
8 folhas de louro
1 cerveja clara pequena – 1 coité pra por a cerveja
4 velas brancas (número 0 ou 1, para queimar rápido) 4 forminhas
4 velas veremlhas (número 0 ou 1, para queimar rápido) 4 forminhas
7 folhas de couve para servirem de suporte
Entrega:
Arrumar as 7 folhas de couve em círculos, com os cabos para fora colocar o feijão cavalo, fazendo um monte, no centro das folhas de couve, colocar o feijão fradinho, contornando o monte do feijão cavalo, colocar intercalado e enfeitando em cima dos feijões: os ovos, as 8 folhas de louro e as 8 azeitonas. Regar tudo com o dendê, acender as velas (uma em cada forminha de empadinha) esperar queimar e recolher forminhas, sacos plásticos, garrafas etc.

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OFERENDA 5
ELEMENTOS:
7 mangas (tipo espada, sem descascar)
7 cravos vermelhos
1 cerveja clara pequena -1 coité para por cerveja
1 água mineral 200ml (regar as frutas e a couve)
7 velas (metade vermelha, metade branca)
7 folhas de couve (arrumadas em círculo, para servirem de suporte)

PROCEDER COMO NOS ANTERIORES

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OFERENDA 6
ELEMENTOS:
1 cará grande sem casca, sem cozinhar, apenas escaldar
azeite de dendê ou oliva para regar
1 cebola cortada em fatias, no sentido do comprimento
1 a 3 folhas de couve para suporte
1 cerveja clara pequena, 1 coité para por a cerveja
1 vela branca comum

PROCEDER COMO NOS ANTERIORES

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OFERENDA 7 – Essa oferenda é para pedir saúde e proteção.
ELEMENTOS:
7 beterrabas grande cruas e com a casca
7 espadas de Ogum (São Jorge)
7 velas (metade vermelha, metade branca)
1 garrafa de água mineral, coité para colocar a água
1 garrafa pequena de cerveja, coité para colocar a cerveja
7 folhas de couves para suporte

Entrega:

Arrumar as 7 folhas de couves em círculo, com os cabos par fora
colocar as 7 beterrabas no centro
arrumar as 7 espadas em torno das beterrabas (como se fossem raios de sol)
Servir água e cerveja, uma em cada coité, acender as velas, nos suportes.

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Referência: Claudia Baibich

As oferendas para Ogum podem ser entregues na beira do mar, nas cachoeiras, nas campinas, nas estradas de barro, nas matas, no jardim de sua casa (recolher no terceiro dia e jogar no lixo comum). As oferendas de meu Pai Ogum, em geral são as mais simples entre os Orixás.