Halloween na Umbanda

O “Dia das Bruxas” vem de uma comemoração do povo Celta, realizada no final do verão no hemisfério Norte, entre os dias 31 de Outubro e 02 de Novembro.
Dizem as histórias que os portais entre o mundo dos mortos e dos vivos se abriria totalmente no dia 31 de Outubro, e os espíritos que não tinham encontrado a luz se apossariam dos corpos dos vivos ou para orientá-los sobre a vida de alegrias infinitas após a morte terrena.
A festa foi condenada pela inquisição da Europa Medieval. Um dos “amuletos” usados para afastar os mortos era a caveira na porta de casa, indicando que, ali, não haveria alguém vivo para ser apossado. Esta e outras imagens assustadoras eram comuns e lendas como a de “Jack”, o homem que conduzia os mortos de volta ao cemitério com sua lanterna, feita num nabo recortado com uma vela dentro, deram origens a novos símbolos conhecidos, como a abóbora do “Dia das Bruxas”.
Alguns umbandistas, médiuns e atuantes espirituais, não têm nenhum problema em se aceitarem como bruxos e bruxas e muito se faz o uso das energias do dia 31 de Outubro para facilitar o contato com pessoas queridas desencarnadas e conduzi-las em seu caminho para a outra vida, ou mesmo para trabalhos com Exus e Pomba-giras para que afastem os espíritos apegados à Terra que possam nos fazer mal.
Feitiços, magia, mágica, xamanismo, bruxaria, simpatia, trabalho, curanderia… Estes e outros termos nos confundem: “a palavra bruxaria, segundo o uso corrente da Língua Portuguesa, designa as faculdades sobrenaturais de uma pessoa”. Deve-se tomar cuidado! Para entendermos algumas diferenças é necessária uma pesquisa mais profunda, pois na Idade Média, praticamente tudo o que não seguia os dogmas católicos à risca, era chamado bruxaria e, mais importante que o nome, é compreender o propósito e o que estamos buscando nas forças do outro lado.
Em geral, quem crê nas forças espirituais, em sua ação na Terra, deve procurar sempre fazer o bem, ser muito consciente do que faz e respeitar dois princípios Divinos e básicos da espiritualidade: O Livre-Arbítrio e a Lei de Causa e Efeito. Pois nada deve ser feito contra a vontade de alguém ou contra os Desígnios de Deus pois, a consequência pode trazer o mal a quem fez a ação e à pessoa que foi “alvo” da ação.

Uma feliz comemoração a todos! Que os entes queridos que faleceram encontrem seu caminho com alegria e, no nosso momento, retornem e ajudem-nos a entender que a morte é uma partida de paz em direção à Evolução Espiritual, à paz e a Deus!

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